15 de setembro de 2014

Resenha: Fahrenheit 451, do Ray Bradbury

Uma sociedade onde os livros são considerados ameaças.
Quer ser antissocial? Tenha uma opinião própria.
Quer ser louco também? Pratique o ato de pensar.
Clay Montag é um bombeiro desse não-tão-estranho mundo, onde o ato de ler é um crime, onde as televisões são interativas (e por sua vez, mais dominadoras), onde as pessoas não se importam com as outras, ou com a vida, ou com nada. Os bombeiros são heróis, não por combaterem os incêndios, e sim por fazê-los. Exterminar os livros. Combaterem o pior crime desse mundo. Essa atmosfera infelizmente é um pouco familiar, não de um jeito direto, mas nos faz refletir o quanto os valores da sociedade atual estão tornando seus indivíduos serem criaturas robotizadas, sem pensamento próprio. Formulam o que querem, mostram essa informação e nós, humanos(?), engolimos sem nem pensar, sem hesitar. É o "normal". Pensar pra quê, né?
Os livros servem para nos lembrar quanto somos estúpidos e tolos. P. 113
O próprio pensamento é considerado algo anormal na história de Fahrenheit 451. Quando Clay conhece sua vizinha, Clarisse, ele começa a refletir sobre o mundo a sua volta. Ele começa a ver que a sociedade em que está inserido não passa de uma algo morto, algo sem vida, algo sem porquês. Clarisse faz perguntas e pensa sobre coisas simples, que só fazem acentuar a falta de vida que as pessoas dali têm. Ela é considerada louca só pelo fato de pensar. E agora, nosso amigo Clay vai deixar de ser apenas mais um daquele sistema, e começa a ter a nossa visão, a visão de leitor. Começa a questionar e não aceita tudo aquilo. Quer respostas e vai em busca delas.
Eu vi o rumo que as coisas estavam tomando, muito tempo atrás. Eu não disse nada. Sou um dos inocentes que poderiam ter elevado a voz quando ninguém atentava para os "culpados", mas não falei e, com isso, eu mesmo me tornei um dos culpados. P. 108

O livro é mais uma distopia que eu li esse ano (estou viciada nesse gênero, hue) e das que eu li essa foi uma das mais leves. Digo, na parte da escrita, a leitura flui de um jeito normal, sem complicações. Achei a trama em si muito boa, porque, por mais que seja algo absurdo, nos traz uma reflexão para a atualidade. E isso meio que me assusta, assim como me assustei lendo 1984 do George Orwell e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley: apesar de serem histórias ficcionais, têm um quê de realidade.
Talvez os livros possam nos tirar um pouco dessas trevas. Ao menos poderiam nos impedir de cometer os mesmos malditos erros malucos! p. 100
Acho que um livro contando a história de um mundo sem livros com certeza vai assustar qualquer leitor, huehuehue xD Mas, fica aí a dica. Terminei esse livro querendo ser como Clarisse, a garota que não se contentava com o estado das coisas, que não só olhava; e sim, enxergava.
É um livro realmente interessante, o final é diferente em comparação às outras distopias que eu li e deixa uma interrogação pra quem o lê, que de um certo modo me incomodou (acho que tô acostumada com finais certos) mas aprendi a compreender esse desfecho.
Ou seria... um início?, rs.
O sol ardia todo dia. Queimava o Tempo. p. 175

Nota:
♥♥♥♥♥ (5/5)

FICHA TÉCNICA:
Nome: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Número de páginas: 216
Editora: Globo
Ano: 2010
ISBN: 8525037249
// NO SKOOB // 

Espero que tenham gostado,
Kissus

8 de setembro de 2014

Somos apenas instantes

Olá.
Hoje minhas aulas foram suspensas, pois uma colega minha faleceu. Disseram que depois que ela comeu um sanduíche (retirei o nome da empresa porque acho que é meio antiético, sei lá. Enfim, tirei, ok?)  ela adoeceu. Dois dias depois, ela não estava mais viva. Enfim, tô escrevendo aqui porque me chocou muito e eu estava precisando falar sobre isso. A morte é inesperada e é cruel. Cara, eu nem falava direito com a menina, mas tô mal aqui. Imagina a família e os amigos. As pessoas que conviviam há anos com ela. Cara. Que triste. Eu vi a garota há pouco tempo. E agora, nunca mais. É tão esquisito. Provoca tristeza. E raiva.
Sei lá, passei o dia pensando no que faço da minha vida. Às vezes acho que tudo o que fiz até agora não valeu de nada. As coisas por quê chorei valeram realmente a pena? Meu cansaço vale a pena? Brigar por isso vale a pena? Lutar por isso vale a pena? Planejar o futuro pra quê? Se não houver amanhã? Não tem mais nada né, porque a morte é decisiva. Se ela chega, chegou. É isso ou isso. Acabou. Escuridão. Fim.
Planos, sonhos, tudo não tem vez com a morte. Enfim, eu não sei mais o que falar. 
Me falaram algo como: devemos nos dedicar inteiramente às coisas que realmente valem a pena. Porque é assim, só basta estar vivo para morrer.
E é verdade.
Eu sinto muito, muito mesmo por esse terrível acontecimento. 
Espero que Deus dê força pra família dessa garota. 

Se Deus te desse só o amanhã pra sentir o que nunca sentiu, sentira? Qual seria sua próxima oração? Cartas ao remetente

26 de agosto de 2014

Respostas: Questões de Platão à Sofia (desafio)

Hey vocês! Como estão? Espero que estejam bem. Eu estou legalzinha, tô cansada, tô com sono e tenho que estudar, pois as provas do colégio estão chegado. Hoje recebi a notícia que passei na UC do curso \o/ Agora é outra matéria u-u Mas enfim, passei. E tô animada porque toda vez que chego do curso consigo assistir The Mentalist e NCIS:Los Angeles, tô vendo o Patrick e o Deeks todo final de  tarde, me beijem u-u -n 
Deeks, meu lindjo, meu lindjo
Ok, o post de hoje é diferente: trata-se de um desafio bem legal que a Sara, do blog Interesses Sutis propôs para blogs literários e pessoais. O desafio é responder algumas perguntas presentes no livro O mundo de Sofia (tô louca pra ler :3); tais questões são bem legais e me deixaram um tanto confusa e ansiosa pra saber as respostas. Enfim, cá estão os meus palpites:
No início do livro, quando o professor de filosofia que dá aulas por correio para Sofia está em Atenas, ele encontra Platão, que propõe as seguintes tarefas à ela:
1) Primeiro você deve pensar sobre o que um padeiro deveria fazer para conseguir assar cinquenta biscoitos exatamente idênticos;
Ele poderia fazer 50 biscoitos com a mesma forma (?)

2) Depois, pergunte a si mesmo porque todos os cavalos são iguais;
Porque todos os cavalos são cavalos u-u Não sei bem como responder, mas co-relacionando com a primeira resposta, talvez todos os cavalos saíram de uma única forma, que nem os biscoitos T_T

3) Em seguida, reflita se você também acha que os homens possuem uma alma imortal.
Acho que sim, mas alma ~ao meu ver~ não é de cunho espiritual, que quando alguém morre a alma dela fica rondando pelo mundo. Isso não. Talvez a palavra que eu usaria pra isso seria algo diferente de alma, mas creio que os humanos têm uma algo "imortal" pelo fato de terem consciência da vida, de pensarem, de se emocionarem; não se limitam a serem apenas matéria orgânica, são algo mais, e é exatamente esse algo mais que pode vir ser essa "alma imortal". (lembrei de Augusto dos Anjos agora)

4) E por fim você deve dizer se mulheres e homens são igualmente racionais.
Sim, são seres humanos iguaizinhos, a não ser pela anatomia.

Essas foram minhas respostas. Tentei usar lógica nas respostas, algo que fizesse sentido e que desse pra entender, mas enfim, não tenho certeza se consegui. Só sei que QUERO SABER AS RESPOSTAS CERTAS, OMG!!!111 UAHAHAHHA Mas sério, adorei esse desafio, adorei mesmo :-)
E você, quer participar também? Responda as perguntas no seu blog e coloque o link no post como comentário na postagem *essa aqui* do blog da Sara. Agora corre, que é até dia 05 de setembro. 
Ah sim, tem um prêmio pra quem acertar as respostas :3 
É isso, espero que tenham gostado 
Kissus ~

18 de agosto de 2014

Desenhos animados da minha infância

Olá pessoal, como vai vcs? (vcs nunca me respondem, T_T) Eu tô meio cansada, amanhã tenho prova no curso e no colégio química e quero tirar a nota máxima na do curso, pois não quero ir pra recuperação ~ninguém merece recuperação~ Mas enfim, vamos ao post.
Um dia desses, no twitter, uma postagem me fez voltar alguns anos atrás e lembrar dos desenhos animados que eu assistia quando pequena. Lembro que, toda vez que eu chegava da escola, era ligar a televisão na TV CULTURA e passar a tarde inteira assistindo desenhos. Então, me deu vontade de fazer esse post com gosto de nostalgia, porque sim u-u Tem vários, mas vou postar somente alguns pra o post não ficar tão grande. Quem sabe eu faça uma segunda parte, ein ein ein? Então, let's go!!





Pra começar, um dos desenhos (se não for o desenho) que mais marcou a minha infância: O pequeno urso Cara, vocês não têm ideia de como eu amava (e amo, porque não? rs) esse desenho. Lembro que passava na TV Cultura nos domingos/sábados (?) e eu simplesmente amava. Me sentia em outro mundo, uhehehe xD A história é voltada às aventuras de um pequeno urso, que tem como amigos a Coruja, a Pata, o Gato, a Galinha. 









MDSSSSSSSS, Rua do Zoo 64 :3 Eu a-d-o-r-a-v-a esse desenho, cara, ficava louca pra morar do lado de um zoológico também e_e UAHAHAHAHAHHA Se eu não me engano, o nome da guria é Lucy e todas as noites ela, através do pescoço da girafa, desce ao zoológico vizinho à sua casa e, sempre tinha algo que os bichos contava, uma história e tal, não lembro muito bem. 


Charley e Mimmo. Adorava, eu morria de pena do Mimmo ;-; haha xD Eu ficava tentando descobrir o que o Charley era (agora percebo que ele era um pinguim, cara, que coisa viu) e tinha alguns episódios que eu ficava com raiva dele, porque ele abandonava o urso u-u 







PIN PIN PIN PIN PINGU PINGU!!!!!!!!!!!!11111 UHAHAHAH Esse é especial <3 Ainda passa na TV, acho que no mesmo canal :) Cara, o Pingu era muuuuuuuuuito louco, muito louco mesmo HSUADUAHDUHAS Como eu ria :P Eu não entendia nada do que eles falavam (só o NO! que o Pingu falava)
Esses daí, só foi eu ver a foto e a música da abertura veio logo na minha cabeça :3 Os camundongos aventureiros!! Emily e Alexander formamos uma dupla legal, onde quer que haja aventura nós estaremos lá eu adorava as viagens dele, eu amava a Emily e essa roupitcha dela, achava uma fofura *u* Me dava vontade de ser um rato só pra fazer o que eles faziam e_e (olha a mente da menina, olha só) e esse desenho só aumentava a minha repulsa por gatos u__u



E mais alguns, rsçrçsçrs :3

(desculpem a colagem mal feita, tô com um pouco de pressa pois tenho que estudar u-u)

Então pessoal, esses foram alguns dos desenhos. Você conhece algum desses? Posta aí :P Me fale quais eram os desenhos que vocês gostavam na infância. Comentem aí!
Espero que tenham gostado, 
beijos no coração