15 de novembro de 2014

Presentes da vida, de Emily Giffin

"Eu nasci bonita" 
Essa é a primeira frase do livro. 
E bom, eu fiquei com medo pois uma personagem que já vem falando isso e dando uma descrição do quanto ela foi invejada na sua vida toda por ser bonita, e o quanto a beleza influiu em todas as suas conquistas na vida, e o quanto a beleza importava pra ela... não deve ser coisa boa. E, até certo momento acertei, rs.
Darcy tem uma vida perfeita: é noiva de um homem rico, tem uma carreira de glamour, amigos impecáveis, é irresistível: atrai homens e mais homens. Ah sim, ela é insuportável: prepotente, egoísta, superficial, mimada, manipuladora, extremamente fútil... Caraca, nem sei como eu posso descrever essa personagem. Eu cheguei a considerar devolver esse livro à biblioteca, antes mesmo de chegar a página 100.

Mas não. Eu dei uma chance. O livro tinha o típico cheiro de clichê. Tá. Dei uma chance.
Me arrependi? Não. Morri de amores? Também não.

A escrita da autora é legal, não tive nenhum problema com isso. O problema é com a Darcy, a moça bonita que faz a leitura ser insuportável nas primeiras páginas. A história fica mais interessante a partir do momento em que tudo desmorona na vida ~perfeita~ dela: seu noivo, Dex, e Rachel, sua melhor amiga, ficam juntos; ela fica grávida do melhor amigo do noivo dela antes do noivado ter terminado (corno duplo, mon ami) e o tal amante não está afim de assumir aquela responsabilidade e a abandona. Sem falar que seus "amigos" e sua família também não estão nem aí pra isso tudo. Para "fugir" dessa confusão, ela se muda pra Londres, para uma 'visita' (sem previsão de volta) ao seu amigo de infância Ethan, que é o meu personagem preferido, meu amorzin <3

Nós conhecemos a Darcy a partir daí. Acho que ela começa a perceber quem é ela de verdade, a partir daí. Agora, sozinha (e grávida!), totalmente fora de sua zona de conforto, ela percebe que o mundo não gira ao seu redor, vê que precisa mudar o rumo de sua vida e crescer (só pra constar, a Darcy não é adolescente, tem 30 aninhos de estrada!!!1. E o Ethan é um anjo nessa história, foi quando ele apareceu na história que eu passei a simplesmente devorar o livro em uma noite. Então, palmas pro Ethan que ele merece, djsaijdaidsa.

A história é clichê, ou seja, o final é bem previsível; não é uma leitura que mudou a minha vida, e que nem me surpreendeu tanto, mas é boa. 
Tem um outro livro chamado Noivo da minha melhor amiga, que conta justamente os fatos dessa história da visão da Rachel e tal, e não tenho muita vontade de ler, apesar de ter gostado da história. Quem sabe um dia eu leia, mas por enquanto, tenho outros por aqui.
Nota: ♥♥♥ (3/5)






Ficha técnica:
Nome: Presentes da vida
Autor: Emily Giffin
Número de páginas: 384
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
ISBN: 9788563219947
// NO SKOOB //

2 de novembro de 2014

Já tem uma conta no TSÜ? (tsu tsu tsu tsu tsu, que nome legal)

Olá pessoitas, tudo bão? Eu tô legal, com dor nas costas (e amanhã tem aula, que triste) Quero que essa semana passe que nem o Flash, sabe? Tenho Feira de Ciências no meu colégio *socorr* até quinta-feira. Na sexta, não vou ter aula pois o MEC vai tomar o meu colégio por conta do ENEM. E sábado e domingo, hehe, passar o dia fazendo prova, hue. Daí na segunda, começa a semana de provas do meu colégio. E vamo que vamo, jsiadjasidjaij.
O post de hoje é sobre uma rede social que tá sendo muito divulgada por blogueiras no facebook. É o TSÜ.
 
Essa nova rede social promete pagar os usuários pelo conteúdo gerado. O TSÜ (a pronúncia é 'sue') tem 90% do valor arrecadado para os usuários, e o 10% restante fica com a rede social. O que gera lucro são as views gerado pelo usuário.

WHAT COMASSIM O QUE FAÇO??????????????


  • Como é o site?
O site é tipo o facebook: dá pra postar fotos, vídeos, textos; assim como compartilhar. Dá pra adicionar as pessoas, segui-las *e ser seguido, obviamente*, além de poder vincular o facebook e o twitter. É tudo organizado e, até agora, não tive nenhum problema quanto ao site em si. E, a cor é muito bonita *u*

  • E a monetização?

Bom, pelo que eu li nos sites, você pode resgatar o dinheiro quando acumular 100 dólares.(tem o lugar que informa quanto você já conseguiu acumular). Lembrando que ele visa o conteúdo original, ou seja, se o material divulgado não for originalmente seu, não conta. Por isso que é bem indicado o pessoal que faz divulgação do seu trabalho, como blogueiros, designers, fotógrafos, modelos, escritores, vlogueiros, músicos, etc.

  • Como cadastrar? 
Para fazer cadastro no TSU (vou escrever assim, porque trema é chato) você precisa ser "convidado" por outro membro. Para ter esse "convite" é só clicar no link de quem já tem um perfil. Ao clicar, aparece o formulário para cadastro. Exemplo, se você quiser se cadastrar, pode clicar no meu link que aparece o foms automaticamente.
  • É confiável?
Não sei. Ninguém sabe se é verdade, ou se é sistema de pirâmide, mas a cada dia que passa, muitas pessoas se cadastram nesse site. Li que o TSU recebeu um investimento alto e algumas celebridades estão apoiando e tal. Já vi que tem gente que já contabilizou alguma grana, mas não vi ninguém falando de alguém que conseguiu ~retirar~ a grana, até porque é cedo né, a rede social foi lançada no mês passado (!)

  • E o que eu achei:

Bom, como eu disse a interface é bem legal *u* O site em si é legal e a ideia também, embora eu não esteja tão confiante. (acho que a máfia do sdv sdv sdv vai rolar a solta lá, jdaisjdaijd) Eu me cadastrei porque fiquei curiosa (e porque gosto de ser alone em redes sociais novas, dá pra ouvir o eco dos meus posts, huehdsauhd) e tô lá usando. E não tô indo na vibe de ganhar grana e tal, diajdijadija, porque eu sou a pessoa mais flopada do mundo e com certeza nunca iria ganhar nada. Mas, me cadastrei mesmo assim, e, realmente é legal para divulgar seu trabalho. Tô gostando de usar, e se alguém se interessar e quiser se cadastrar, *e quiser me adicionar e tal* o link é esse: https://www.tsu.co/mortalcombata
E CORRE PORQUE A REDE SOCIAL É NOVA E TEM MUITO USER LIBERADO DASJIDJAIDJAIJDAISJDAS -q
Espero que tenham gostado, 
beijs ;*
(tô com uma música da Gwen Stefani na cabeça, alguém me socorre?)

21 de outubro de 2014

Eu assisti O doador de memórias

Queria agradecer pelos novos seguidores e por todos os comentários x) Vou retribuir todos, oka? ~aos poucos, porque a tia aqui tá com a vida corrida, rsçrçsçrsç T_T
Olá olá muchachos, como estão?  O ano está quase acabando gente, as férias estão pertinho (e o ENEM também u-u) Eu tô louca pra terminar logo esse 2014, se bem que o ano de 2015 está cheio de incertezas e interrogações da minha vida. Mas quero que acabe logo o colégio, tô louca pra que cheguem logo as provas u-u Pelo menos, acho que minha rotina vai aliviar um pouco. Espero, rs.
Então, o assunto do post é um filme que assisti na minha noite tediosa de domingo: O doador de memórias, filme baseado no livro de Lois Lowry.

A história se passa em uma sociedade perfeita: sem desigualdades, sem cores, sem emoções, sem brigas; as pessoas não têm motivos para entrarem em conflito entre si, e nem com o mundo. Cada um tem o seu papel na sociedade e todos os desempenham em prol desse estado, dessa "paz". 
Ao fazer certa idade, os jovens passam por uma cerimônia na qual será mostrado a função de cada um na sociedade. O fato é que Jonas, nosso personagem principal, é designado para ser o receptor de memórias. Mas o que seria isso? 


Como a sociedade é ~perfeita~ e focada simplesmente no presente, fica a cargo de uma única pessoa guardar todas as memórias da humanidade, desde os casamentos, as músicas, as sensações, os sentimentos até as guerras, doenças e todos os males que envolvem a raça humana. E Jonas é a pessoa escolhida para  receber tais memórias. A partir daí ele conhece o Doador de Memórias, a pessoa que guarda todas as lembranças e que, agora, vai transferi-las para Jonas.
O ponto principal do filme é esse: será que Jonas iria conseguir lidar com tudo aquilo que fez parte da humanidade (desde as coisas boas até as ruins) e que, naquele momento, não existia mais? Seria o certo deixar que a humanidade, apesar da máxima perfeição que reina por ali, viva sem emoções, sentimentos? Deixar a humanidade continuar não sendo humana?




Gostei bastante da história. Esse filme é bem interessante, pois é distópico, mas não possui um governo opressor, violento... É construído em prol da normalidade da vida humana. É construído em cima do conformismo. É bastante reflexivo. Se o governo não é exatamente violento e só está focado na "paz" humana, será que, mudar exatamente aquilo é uma coisa realmente boa? Mudar aquela  realidade "perfeita" é algo ruim? (parece redundante, ou até mesmo confuso, mas é isso mesmo TuT)
Também gostei muito dos personagens. Cheguei a sentir raiva de alguns, mas o fato é que nenhum deles tinha culpa de ver o mundo daquela maneira. Ninguém tinha culpa de não saber o que é o amor, o que é a amizade, o que é a morte. Então, eu sentia mais pena deles do que raiva, hdsuhaduh
Esse é o pai do Jonas e é um dos personagens que marca muito a história. 
Como eu disse, a sociedade é sem cores, então o filme começa preto e branco. A partir do ponto que Jonas começa a ter as lembranças, ele começa a ver as cores aos poucos <3 É muito legal ver ele em contato com as lembranças que, para nós são coisas simples e que se passam despercebidas; mas para ele é algo novo e extraordinário *u* E isso também vale pras coisas ruins: hoje em dia, nós achamos que a mentira, a violência são coisas normais, geralmente tratamos com indiferença. No filme não, eles mostram o verdadeiro horror que tais coisas são.

Simplesmente, adorei! É um filme que eu recomendo <3 É lindo e me fez pensar muito nesse mundo em que vivemos. Me fez querer ver as coisas simples da vida e viver (talvez, ser feliz) me baseando nelas e não em fatos maiores e que geralmente não são reais. 

Espero que tenham gostado
Beijos no coração ~

8 de outubro de 2014

Coisas que eu achava quando criança

Olá você, como vai? Seu dia foi legal? Então, o meu foi mais ou menos, não tive aula, mas fui pro curso. Felizmente estou na última matéria básica, que é Segurança, e depois são as matérias específicas Acho que a próxima será Lógica de Programação, não sei.
Bom, eu queria atualizar o blog há algum tempo atrás, eu fico extremamente agoniada quando não consigo fazer um post ~postável~ rsçrsçrs. Eu tinha uns rabiscos aqui, como montar uma wishlist, ou fazer um post sobre fotografia, ou uma indicação de um filme japonês que assisti; mas tudo isso requeria um pouco mais de tempo e eu não tinha. E também não quero postar as coisas tudo de qualquer jeito, né? u-u 
Ok, vamos ao post. No facebook, tem uma página muito legal chamada Coisas que eu achava quando criança. É um poço de nostalgia e me identifiquei com várias postagens deles lá, haha xD Por isso, eu trouxe algumas pra postar aqui, juntamente com os meus comentários sobre cada fato. 


Lembro que já enterrei moedas de 10 ou 25 centavos. Mas lembro que, depois eu me arrependia, desenterrava e pá. 

Quando eu era pequena, minha mãe sempre dizia que se eu comesse sementes *de tomate, principalmente* iria nascer uma planta na minha barriga. Daí eu ficava imaginando as folhas saindo da minha boca e eu decidia nunca mais beber água pra não regar a planta lá dentro u3u

Eu tinha uma boneca e, sem querer eu acabei quebrando ela (tipo, furando o corpo dela) Depois disso decidi guardar a boneca em uma bolsa, colocar a bolsa dentro de uma caixa e guardar em cima do guarda-roupa, porque sabia que ela, de um jeito ou de outro, iria se vingar de mim. (lendas urbanas do sbt colaboraram muito pra isso, besos)


Eu, desde pequena, sou cismada com carne (é tanto que hoje não como carne) Tanto é que eu não comia carne que se parecesse com carne u-u É confuso, pois é, sou esquisita desde pequena  Enfim, eu pirava com essa possibilidade, porque eu, na época, gostava de cachorro quente. Mas imaginar os cachorrinhos (principalmente, esses) awwwwwww HDUAHDUHAUHDA


Não vou nem falar nada (já tenho 17 anos, já era pra eu estar formada u-u)


Nuvens pra mim eram algodões *u*


Quantas vezes eu sonhei com isso???????? Era o meu sonho: cavar um buraco enoooooorme e pular dentro e sair na China ou Japão. Mas eu tinha medo de cair num vulcão subterrâneo, ou algo do tipo.






  

Enfim, espero que tenham gostado do post!!! E, se curtiram, curtam a página deles no facebook :-)
Ah sim, rs, me falem as coisas que vocês achavam quando crianças.
Acho que dava pra escrever um livro só com a minha imaginação de alguns anos atrás, huehudhsa. Que coisa, viu.
Beijos no coração.