(enquanto não respirava)

12:58

eu tenho uma apresentação do último trabalho do semestre. qual a pontuação? a pontuação máxima do semestre. 
ou seja: dependo desse trabalho pra passar.
olha só: eu não tô levando muita fé em mim nesse curso, porque já mencionei aqui no blog algumas vezes e surtei várias vezes no twitter sobre a minha capacidade nula de saber o que quero fazer da vida. 
mas eu cobro muito de mim. muito mesmo. sou meu próprio carrasco. e mesmo não sabendo com certeza se vou continuar no curso próximo semestre, estou super preocupada aqui.
na verdade, estou no meio de uma crise de ansiedade.

hoje a fátima bernardes resolveu falar sobre isso no seu programa, e algumas pessoas lá - que sofrem disso também - junto com uma médica, falaram coisas que me surpreenderam. coisas que OU eu não tinha percebido ainda OU coisas que eu me identifiquei tanto, que cheguei a chorar.

sério. chorei. só um pouco, poucas lágrimas (porque nesse momento estou querendo chorar de verdade, tô querendo um choro torrencial pra ver se essa angústia passa)

e chorei por saber que eu tenho isso e não gosto de ser assim. e por saber que tem gente que sabe o que é que eu tenho. chorei por saber o que eu tenho. foram poucas lágrimas, mas seriam muitas se eu não fosse tão iceberg do titanic.

descobri coisas novas, um dia compartilho, que legal; 

lágrimas caíram lendo um textinho de um blogzito também.

e tudo isso aconteceu durante o tempo em que eu deveria estar estudando. 
olha só.

e eu tô aqui me sentindo tão tão culpada por isso. 
eu não vou ler esse post, mas queria escrever por motivos de:

quando tudo isso passar, quero ler esse post pra ver como eu estava ~horas atrás~ 
isso se eu não morrer né, pq nunca se sabe.

eu tô suando muito, não consigo parar de digitar. 
mas vamos lá. tenho que fazer meu almoço, estudar um pouco mais e me arrumar pra ir pra faculdade. 
vou tentar chorar um pouco pra ver se melhora, mas né. vamos ver.
boa sorte sara. 
volta aqui mais tarde,

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2 comentários

  1. Psiu, eu te entendo.
    E não é da boca pra fora.
    Eu também tenho isso, oficialmente diagnosticada, e eu sei que agora é muito ruim de aceitar que tem algo funcionando meio errado, mas depois que a gente procura ajuda, melhora muito!
    Breathe in, breathe out, se precisar conversar, me disponibilizo <3

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    Respostas
    1. ai tati eu fico até com virgonha que alguém tenha lido isso, eu n sei o que acontece cmg nessas horas.
      eu tenho que ter coragem e esquecer as coisas que me impedem de procurar ajuda profiss, já percebi que eu n vou ter, no mínimo, uma vida tranquila me sentindo desse jeito o tempo todo.
      aww obrigada <3 mt obrigada mesmo
      ♥♥

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sim, vou responder seu comentário e se você deixar o link do teu blog aqui tentarei fazer uma visita, e, quem sabe, marcamos para tomar sorvete qualquer dia desses.
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